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CC: alguns direitos reservados

Creative Commons – que palavrão é esse?

Mas afinal, o que significa isso??

Segundo a Wikipedia, Creative Commons (tradução literal:criação comum; também conhecido pela sigla CC) pode denominar tanto um conjunto de licenças padronizadas para gestão aberta, livre e compartilhada de conteúdos e informação (copyleft), quanto a homônima organização sem fins lucrativos estadunidense que os redigiu e mantém a atualização e discussão a respeito delas.

Não entendeu?

Significa que o CC funciona bem diferente do do famoso Cêzinho “Copyright”, ou Direito Autoral.
O Direito Autoral “protege” a obra, ou seja, ela não poderá ser usada sem autorização do autor. Por que isso é ruim? Porque se a obra é protegida pelo “C”, para que alguém possa aproveitar uma vírgula que seja desta obra, terá que arcar com uma burocracia incrível…

As licenças Creative Commons (Cê Cê), por outro lado, foram idealizadas para permitir a padronização de declarações de vontade no tocante ao licenciamento e distribuição de conteúdos culturais em geral (textos, músicas, imagens, filmes e outros), de modo a facilitar seu compartilhamento e recombinação, sob a égide de uma filosofia copyleft.

As licenças criadas pela organização permitem que detentores de copyright (isto é, autores de conteúdos ou detentores de direitos sobre estes; neste Blogue sou eu, Gabriel Dread) possam abdicar em favor do público de alguns dos seus direitos inerentes às suas criações, ainda que retenham outros desses direitos.

Segundo o site do Creative Commons Brasil, O CC é um novo sistema, construído com a lei atual de direitos autorais, que possibilita a você compartilhar suas criações com outros e utilizar música, filmes, imagens, e textos online que estejam marcados com uma licença Creative Commons.

No caso deste blogue aqui (Irradiando Luz), eu optei pela licença Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial 2.5 Brasil License.
Isso significa que você pode copiar, distribuir, exibir e executar a obra, ou até mesmo criar obras derivadas.
Basta que você atribua o que usou, referenciando na sua obra o original, colocando o seguinte link:

No entanto, essa liberdade toda tem uma restrição:
Uso Não-Comercial. Você não pode utilizar esta obra com finalidades comerciais.

Entendeu?

Não?

Então veja esta animação, de apenas 6 minutos e 43 segundos, criada pelo pessoal do CêCê, que explica isso de uma maneira engraçada e interessante (pra não falar criativa):
Creative Commons – Seja Criativo (Get Creative)
-no site da Creative Commons
ou
-no YouTube

Já está em português, claro…

E aí, o que você achou? Você usa(ria) o CêCê em suas obras? Por que?
Deixe um comentário com a sua opinião! Saia do anonimato…

5 respostas para “CC: alguns direitos reservados”

  1. Pedro F. disse:

    Sou mais da turma do anti-copyright [nenhum direito reservado]

  2. Fabiano Franz disse:

    Mantenho um site dedicado à literatura que utiliza a CC para todos os textos publicados:

    http://literar.org

    Porque conforme Foucault em “O que é um autor?”, “é necessário ao autor representar o papel do morto no jogo da escrita”!

    All rights reversed!

  3. Gabriel Dread disse:

    Pedro> Legal a filosofia de nenhum direito reservado… mais anárquico um pouco… mas privilegia o plágio, vc não acha? E se alguém pegasse os Colóquios do Sertão, reproduzisse dizendo que era o autor e ainda por cima colocando um copyright no texto?

    Fabiano>Muito legal teu site! Já dei uma navegada mais superficial, porque estou no trabalho, mas fiquei com muita vontade de ler vários textos…

    Abraços

  4. Weslly disse:

    Eu sempre uso CC em minhas obras, abandonar as licenças é pedir pra não ser reconhecido 😛

  5. Pedro F. disse:

    O plágio é tudo o que conhecemos. Direito autoral no Brasil sempre foi uma putaria, relaxem.

    Pelo visto ninguém quer assumir a tocha de uma nomadismo anônimo, todos estão se cagando para serem reconhecidos. Todos querem tomar posse de algo e colocar o seu nome ali! Parecem os portugueses tomando a América.

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