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Campus Party Brasil 2010

#clawathever (Imagem: @dojiii)

Sim, eu estou de volta! E transmitindo Vibrações Positivas direto da Campus Party Brasil 2010, o “maior evento Nerd do mundo”. Mas antes de falar sobre a #cparty, tenho que fazer uma confissão: EU SOU NERD!

Sim, é isso mesmo que você leu. Talvez seja óbvio para alguns, mas eu precisei de 5 anos de terapia para ser capaz de aceitar e integrar à minha psique meu lado Nerd. Sem dúvida, uma coisa que facilitou bastante para “sair do armário” foi o fato da cultura Nerd ter se tornado extremamente Pop nos últimos anos, graças ao trabalho de blogs como UsuarioCompulsivo, Nerds Somos Nozes e podcasts como o NerdCast, além da ascenção da internet como principal meio de comunicação e ferramenta de trabalho deste planeta.

Enfim, feita esta confissão, vamos à Campus Party Brasil 2010. Algumas definições que recebi pelo Twitter incluem:

“A Campus Party é a terapia de grupo dos nerds”
“A Campus Party é o cadeião dos nerds”
“A Campus Party é a maior LAN House do mundo”
“A Campus Party é o Woodstock digital”

Basicamente, é uma mistura de São Paulo Fahsion Week, Forum Social Mundial, Fenasoft e Lan House, mas com uma população exclusiva de nerds, geeks e freaks. E o que rola nesta bagaça? Palestras, painéis, debates e discussões sobre blogs, música digital, video, design, robótica, desenvolvimento e games dividem espaço com mesas, pufs e milhares de cabos de rede, além de uma área para camping e outra com stands de empresas patrocinadoras.

In-Sustentabilidade
O comportamento insustentável impera no evento. Além de milhares de máquinas ligadas 24h por dia durante uma semana, a Campus Party está completamente poluída: poluição visual, com milhares de banners, cabos, luzes e ausência de janela; poluição sonora, pois as diversas palestras acontecem simultaneamente e não há isolamento acustico, o resultado é que as conversas, gritos e músicas se misturam em um ruído emburrecedor; e finalmente poluição na forma de panfletos e brindes inuteis distribuídos a rodo por empresas sem o mínimo senso ecológico.

Crítica recorrentes são a ausência de conexão Wireless no local, as intermináveis filas para credenciamento, alimentação e saída do pavilhão, o custo alto da alimentação, a falta de mulheres (que na Campus Party representam 25% do público), a falta de profundidade nos debates (como dizia Caetano Veloso, “nada de novo sob o sol”) e finalmente o excesso de autismo dos nerds. Aparentemente, muitos participantes do evento preferem se isolar em seus mundos virtuais à parte, chegando ao cúmulo de conversar por MSN com a pessoa ao lado e passar vários dias em claro jogando games em rede. Para mim, este foi o maior obstáculo que enfrentei e ainda enfrento na minha missão de Irradiar Luz à Campus Party.

Irradiando Luz à Campus Party

Meu objetivo principal ao me inscrever foi justamente materializar meus “amigos virtuais” e formar uma I-rmandade de Campuseiros de Jah. Apesar das dificuldades, acredito que consegui atingir meu objetivo. Reencontrei velhos amigos como o CarlosCarlos do projeto Bola e Arte, conheci “celebridades” como Nick Ellis, Eduardo Spohr, Jovem Nerd, Azaghal, Jurandir Filho e Kevin Mitnick e encontrei pessoalmente amigos do Twitter como: @VozdoAlem @VivoVerde @hugoogle @NaneUlsan @pedrorenan @tortoyo @fsteim @johalf @gabrielengel @brunopaiva @BarbsM @taiarock @andresinkos @duquew @grcosta @geekeria @guterrezdanilo @felipestoker @Brun0Beck … UFA!! A lista é grande, e devo ter esquecido uma galera…

Valeu camaradas!!! Amo vocês!! Esta rede é de PESSOAS!

AXÉ e Positivas Vibrações…

Este artigo foi publicado originalmente em 29 de Janeiro de 2010.

10 Responses to “Campus Party Brasil 2010”


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