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O Dia D

Hoje foi o dia D: dia em que pedi demissão… me sinto muito melhor… nada como um chacoallhão!
Um peso saiu de minhas costas. Um caminho que eu já considerava sem saída. O que me mantinha no emprego?
Apego?
Saio em busca das organizações do movimento alternativo. Digo “SIM” à liberdade!
Estou livre de todas as projeções canalizadas em mim, restringindo minha pessoa a expectativas externas, confinando minha potencialidade a um repertório burrocrático.
Ser humanoa resignação. A razão como cálculo utilitário de conseqüências.
Mitos. Tudo velho de novo.
O que todo mundo consome, polui… destrói. Crime e castigo.
Vocês não estão entendendo nada!
É urgente rever os fundamentos.
A Terra precisa de cuidados. Não há mais tempo para hesitar.
Fico pensando nos meus planos, meus doces enganos, os meus vinte anos, meu violão mudo, na Rita… Será que sou o único louco? Quem, afinal de contas, somos nós?
Penso nos pais e filhos, seguido sua marcha incessante de nascimento, reprodução e morte. O sofrimento é necessário?
No fim, não é essa a história de todas as coisas? Qual o caminho para a felicidade?
Que pílula será que eu tomo? Vermelha ou Azul?

Se eu fosse para uma ilha deserta, sabe o que eu levaria?
Coragem, amor, perseverança, vontade e calma. Daí eu me lembro… eu já moro numa ilha. De certo modo, ela já é deserta…

Fale comigo! Me responda uma coisa: quem sou eu?
Olho nunca viu a verdade. Estive entre os mortos, mas será que voltei?!?

Posso apenas falar de minhas próprias experiências com a verdade….
Lucura, ilusão e realidadeVerdade?!?
Acabo de completar mais um ciclo solar. Do futuro, pouco sei…o que sei, manifesto lentamente
Sinto, do fundo do meu coração, que a chave está na receptividade.
Há metafísica bastante em não pensar em nada.

Eu sou luz e quero iluminar…Irradiando luz do centro do meu coração.
Me reencontrei comigo mesmo. Agora é momento de celebração.
Hoje é o primeiro dia do resto da sua vida. E da minha também. O Dia D. O dia em que vi Deus.
Novos desafios surgem à minha frente. Portas se abrem.
As portas da percepção.
Vejo a luz.
Posso fluir no grande rio, para desaguar no oceano de plenitude e abundância.
Vivemos em um planeta universo de infinita abundância.
Passo pelo portal 11:11. Sinto novamente o chamado divino. Sinto a fragrância da rosa mística.
Como senti saudades de saber quem sou, de onde vim e para onde vou.
Mas eu sempre soube disso.
Eu sempre estive aqui.
Eu nasci aqui. Nascimento, a chegada de um ser ao mundo.
Um Rasta não nasce… e não morre… apenas vive.
Experimento a libertação das crianças.
Percebo agora claramente que somos parte da Terra. E ela é parte de nós.
Tenho o sol como meu guia, e a chuva para lavar a minha alma.

Recebo .:.:.:.:. Agradeço .:.:.:.:. Dou

Recebo .:.:.:. Agradeço .:.:.:. Dou

Recebo .:.:. Agradeço .:.:. Dou

Recebo .:. Agradeço .:. Dou

Infinitamente…

Fotos: são minhas mesmo…

*Esta postagem faz parte da Tertúlia Virtual. Todo dia 15 um novo tema.

**Esta postagem é também um agradecimento ao selo “Este Blogue é Pura Luz“, concedido pela Shin Tau, do blogue Grimoire – O Livro sobre o Caminho do Meio.
Update: agradeço também ao António Rosa, do blogue Cova do Urso, que me concedeu o mesmo selo. Não vou repassar a ninguém no presente momento… Mas Recebo e Agradeço, no Aqui e Agora.

18 Responses to “O Dia D”


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